Bom, talvez a explicação pra tanta pretice fosse uma boa nesse momento.
Nenhum desses "nego", "negs", "preto", "pretume", "aloc mei", "pretums", "sujo", "pretice", inclusive, que é toda e qualquer coisa maravilhosa que os pretos produzem, de qualquer estilo, o "munegs", como o "meu nego", e todas os seus etcéteras e derivações são expressões racistas, tanto quanto não são de baixo calão com intenção de ofender a ninguém, muito pelo contrário, negrão(capaz :p), isso só vem a ser um elogio; uma coisa tão boa, mas tão inexplicavelmente incrível que se torna nega! Não negra e racista, mas nega e coisa linda.
Vamos as fatos cronológicos e genitores(porque sim, os fatos são pais) de toda essa lixosidade linda: tudo começou por volta de 2004, quando o nosso amigo Zanatta, futuro colaborador do blog com passagens luminosas, envolvido pela moda momentânea, resolveu deixar de lado seu cabelo liso e sedoso, e lindo se me permitem, e torná-lo ruim e dreadeoso. Isso foi quando começaram os chamamentos e, seguido por uma série de fatores, como a música e as atitudes esdrúxulas e engraçadas dos performadores delas, que surgiu a expressão nego como brincanagem coisa boa pra porra, sendo, inclusive, criadas as Carteirinhas de Nego.
Depois disso a coisa deslanchou. Em 2005, com a contribuição da mente transtornada do Gabris, veio a incrível Pexerecoxeca, que também derivou muitas coisas, dentre elas o P.x.R. e o Real Pexers, e não se faz menos importante do que as Negrices; mas essa história eu não vou contar agora porque o saco já está estourando.
Em 2007/2008 a coisa se fortaleceu, mais adeptos vieram pra negrice, os tchubilowzes, se moldando a negrice que hoje vos descrevo, com algumas modificações para a eleveção do Negstyle, é claro. E desde então essa pica está firme e forte! Não é uma brincadeira passageira, mas um fenômeno muito intenso, bem, não muito intenso, mas bastante intenso¹.
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¹ Party Boy, Jackass 2 - The Movie, 2006.
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