De acordo com a WikiDeusa “Definir a música não é tarefa fácil porque apesar de ser intuitivamente conhecida por qualquer pessoa, é difícil encontrar um conceito que abarque todos os significados dessa prática”. Completamente correto. E, de acordo com Bebel Nigg’s, “Música é momento”. Totalmente excelente, também.
Everybody in the mundo gosta de música, isto é inegável. Não vamos entrar na questão dela ser boa ou ser ruim, mas sim no sentimento, memórias e significados que elas passam pra gente. Até hoje só conheci uma pessoa que não gostava de música (não preciso dizer que ele era um mala, quase um ser não-pensante). Isto (a música, em sua essência) nos faz seres musicantes, e é inegável que a teoria da Conspiração Influenciação Musical entre nós, Negos Primórdios, os ditos “donos” dessa bagaça, ocorre de maneira especialmente intensa.
Por isto, ao longo da vida deste blog, já tivemos alguns posts que mostram como a música é algo maneiro e pode nos trazer bons momentos de volta à tona (este post aqui e mais esse aqui; recomendo ambos).
E para dar continuidade, agraciarei-lhes (ALÓK) com três músicas, cada uma com suas peculiaridades e nuanças, mas inegavelmente músicas da boa. Meus Pretosos também irão fazer algo parecido ao longo das semanas em que estaremos ávidos por postar aqui neste blog, mas iremos evitar a fadiga na maioria desas vezes (for sure) e passaremos mais prometendo do que cumprindo. TRUE HISTORY.
O CLÁSSICO: "Led Zeppelin - The Rain Song"
A DO MOMENTO: "John Mayer - Bold As Love"
A QUE NÃO PODE DEIXAR DE SER OUVIDA: "A Static Lullaby - Toxic"
Eras isso!
O resto que se exploda e o meu pau cresça! (Classic_lulz)

